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Bad Bunny brilha no Super Bowl com homenagem a Porto Rico

  • Foto do escritor: IMPACTO MEDIA
    IMPACTO MEDIA
  • 9 de fev.
  • 1 min de leitura
Foto: Kevin Sabitus
Foto: Kevin Sabitus

Bad Bunny transformou o Super Bowl num poderoso palco de celebração da cultura latina, ao protagonizar um espectáculo de intervalo memorável no Levi Stadium, no passado domingo. A actuação foi uma vibrante homenagem às suas raízes porto-riquenhas e reafirmou o reggaeton como uma força central da cultura popular norte-americana.


O momento marcou um capítulo histórico para a música latina no maior evento desportivo dos Estados Unidos, sucedendo à actuação recordista de Kendrick Lamar, que no ano anterior reuniu mais de 130 milhões de telespectadores. Desta vez, Bad Bunny usou a visibilidade global do Super Bowl para celebrar a sua identidade cultural e a herança da sua ilha natal.


A performance ganhou ainda mais força com um palco secundário apelidado de “La Casita”, onde o artista interpretou temas como Yo Perreo Sola, Safaera e Party. Nas bancadas, várias celebridades foram vistas a dançar e a acompanhar o espectáculo, entre elas Pedro Pascal, Karol G, Cardi B e Jessica Alba.


Um dos momentos mais comentados da noite foi um casamento simbólico — e aparentemente encenado — que acabou por ser real, protagonizado pela icónica La Rana Concho, mascote associada ao artista e símbolo de resistência cultural de Porto Rico. A cena, exibida nos ecrãs do estádio, serviu de introdução para a entrada surpresa de Lady Gaga, que interpretou uma versão em salsa de Die With A Smile antes de se juntar a Bad Bunny numa dança cúmplice ao som de "Baile Inolvidable".


Com esta actuação, Bad Bunny não só elevou o espectáculo do intervalo, como deixou uma marca clara: a música latina já não pede espaço — ocupa-o.


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