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Entre domínio e resposta, Vitória SC e FC Porto deixam a decisão em aberto

  • Foto do escritor: IMPACTO MEDIA
    IMPACTO MEDIA
  • 4 de fev.
  • 2 min de leitura
Foto: Patricia Barbosa
Foto: Patricia Barbosa

O empate a duas bolas entre Vitória SC e FC Porto manteve em suspenso a meia-final da Taça de Portugal feminina, numa primeira mão disputada em Guimarães que teve domínio inicial das anfitriãs, reação portista e um desfecho em aberto até ao apito final.

As conquistadoras entraram com personalidade e rapidamente assumiram controlo nos espaços onde se sentiam mais confortáveis. Apesar de o FC Porto ter tido mais posse nos minutos iniciais, foi o Vitória SC quem encontrou linhas de passe e criou perigo com maior clareza, muito por via da influência de Vanessa Marques no meio-campo. O ascendente traduziu-se em golo aos 27 minutos, num cabeceamento certeiro na sequência de um canto bem trabalhado. Pouco depois, nova bola parada e nova finalização aérea da mesma jogadora ampliaram a vantagem, confirmando uma primeira parte claramente favorável às vimaranenses.

Entre os dois golos, o Vitória SC mostrou critério e organização, controlando o ritmo e empurrando o adversário para ataques previsíveis, quase sempre neutralizados antes de chegarem à área. Do lado portista, sentiu-se dificuldade em ligar setores e em criar situações de finalização que colocassem em causa a segurança defensiva das da casa.

A segunda parte trouxe outra leitura do encontro. O FC Porto subiu linhas, aumentou a intensidade e passou a pressionar mais alto. O Vitória SC ainda chegou a festejar um terceiro golo, entretanto anulado por fora de jogo assinalado a Sara Brasil, mas a partir desse momento o jogo inclinou-se progressivamente para a baliza defendida por Tiffany Sornpao.

A recuperação azul e branca começou a desenhar-se aos 78 minutos, na sequência de uma bola parada: um desvio infeliz de Mia Foster, após remate de Maria Ferreira, reduziu a desvantagem e trouxe nervo à partida. Já perto do fim, as anfitriãs tiveram nos pés a oportunidade de fechar a história da primeira mão, mas Sara Brasil desperdiçou uma grande penalidade.

O futebol reservava outro final. Já nos descontos, Mady Soumaré encontrou Lenka Mazúchová a surgir pela esquerda e o empate apareceu de forma silenciosa, mas decisiva. O 2-2 não resolveu a eliminatória, apenas adiou a decisão para a segunda mão, deixando a final à distância de um jogo e a sensação de que ainda há capítulos importantes por escrever.


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