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Penafiel reage ao golo sofrido, mas Leixões resiste e segura empate no dérbi Sub-23

Foto do escritor: João Pedro Nunes
João Pedro Nunes
3 de set.
2 min de leitura
Foto: João Pedro Nunes
Foto: João Pedro Nunes

O encontro entre FC Penafiel e Leixões SC, referente ao escalão de Sub-23, terminou com uma partida marcada pelo equilíbrio, intensidade e uma segunda parte em que o conjunto penafidelense assumiu claramente uma postura mais ofensiva.


Desde o apito inicial que as duas equipas procuraram discutir o jogo, numa primeira parte repartida e com momentos de domínio alternado. Nenhuma formação conseguiu assumir um controlo absoluto, num encontro que, durante largos períodos, parecia poder pender para qualquer um dos lados.

Foi, no entanto, o Leixões quem inaugurou o marcador. Aos 12 minutos, Morino apareceu para colocar a formação leixonense em vantagem, fazendo o 0-1. O golo, porém, não abalou o Penafiel, que manteve a sua postura e continuou à procura de espaços para chegar à igualdade.

A resposta surgiu aos 28 minutos. Chamado a converter uma grande penalidade, Tomás Teixeira não desperdiçou e restabeleceu o empate, devolvendo equilíbrio ao marcador.

Com o 1-1 ao intervalo, tudo permanecia em aberto para a segunda metade.


Penafiel carregou, Leixões resistiu

Depois do descanso, o cenário mudou. O Penafiel regressou mais pressionante e passou a assumir maior iniciativa, procurando instalar-se no meio-campo adversário e criar situações que lhe permitissem chegar à vantagem.

A partida ganhou ainda uma nova dimensão a meio da segunda parte, quando António Gonçalves viu o segundo cartão amarelo e acabou expulso, deixando o Leixões reduzido a dez jogadores.

Com superioridade numérica, o Penafiel intensificou a pressão e procurou explorar o desgaste da formação visitante. Os penafidelenses passaram a carregar com maior insistência, aproximando-se por várias ocasiões da baliza adversária.

Mas se o Penafiel cresceu no jogo, o Leixões encontrou na organização defensiva — e sobretudo no seu guarda-redes — a resposta necessária para resistir.

Com intervenções decisivas nos momentos de maior pressão, o guardião leixonense acabou por assumir um papel determinante, segurando o empate e impedindo que o Penafiel transformasse o domínio da segunda parte no golo da vitória.


No final, o marcador manteve-se inalterado. Um empate construído de formas diferentes: o Penafiel terminou por cima, especialmente após a expulsão, enquanto o Leixões demonstrou enorme capacidade de sofrimento e resistência para sair de Penafiel com um ponto.



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